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// Correção de vulnerabilidades

Achar é metade. Fechar é o que muda o risco.

Quem achou é quem fecha

A maioria dos laudos de segurança vira PDF na gaveta. Aqui a gente entra, corrige junto com o seu time e depois invade de novo — para provar, com evidência, que a porta fechou.

ModeloProjeto por demanda
EscopoDefinido pelos achados
IncluiReteste comprobatório

// O problema

Relatório que ninguém executa não protege ninguém.

01 / 04 — Contexto

Por que este serviço existe e o que ele resolve na prática.

Nove em cada dez laudos de segurança morrem na gaveta. Não por má vontade: o time tem roadmap, o achado vem em linguagem técnica genérica, ninguém sabe por onde começar e a lista de 200 itens paralisa.

O Fix resolve isso invertendo a lógica: quem achou a brecha é quem senta com o seu time para fechar. Sem repasse para terceiro, sem telefone sem fio, sem tradução perdida no caminho.

E termina com a única prova que importa: o mesmo ataque, repetido, agora falhando.

// O que você recebe

Entregáveis. Não promessas.

02 / 04 — Entrega

Tudo que sai deste serviço, item por item.

01

Correção priorizada por riscoComeçamos pelo que evita mais prejuízo — não pelo que é mais fácil de fechar.

02

Trabalho lado a ladoSeu time aprende o padrão da falha, não só o remendo. A próxima já nasce certa.

03

Reteste comprobatórioRepetimos exatamente o mesmo caminho de ataque. Se ainda passar, não está fechado.

04

Relatório antes e depoisO que estava aberto, o que foi feito, o que ficou. Documento que serve para auditoria e para o board.

05

Hardening do que ficouConfiguração, política de acesso e o que mais reduzir a superfície sem travar a operação.

06

Plano do que sobrouO que não coube no escopo fica registrado, priorizado, para a próxima rodada.

// Caso real

E-commerce · CVSS 9.1

O DLP estava ativo, o MFA obrigatório e a criptografia em repouso configurada. Nada disso importou: a base inteira saiu autenticada pela API, parecendo tráfego normal. A correção foi controle de acesso no servidor — não mais uma ferramenta.

Ver as 6 autópsias completas →

// Para quem é

Quem costuma contratar isso.

03 / 04 — Perfil

Se você se reconhece em algum destes, provavelmente é a hora.

01

Quem já fez o Recon

O caminho natural: você tem o mapa, agora precisa fechar.

02

Quem tem laudo parado

Trouxe pentest de outro fornecedor e não conseguiu executar? A gente pega de onde parou.

03

Time enxuto

Sem gente sobrando para parar o roadmap e virar especialista em segurança.

04

Quem precisa comprovar

Cliente, seguradora ou auditor pedindo evidência de que a falha foi corrigida.

// Perguntas frequentes

O que perguntam sobre este serviço.

04 / 04 — Dúvidas

As dúvidas que aparecem em toda conversa sobre o Praetor Fix.

Vocês mexem no meu código?

Só com autorização e no modelo que você preferir: podemos abrir pull request para seu time revisar, trabalhar em par com seus desenvolvedores ou apenas especificar a correção para eles aplicarem.

E se a correção quebrar alguma coisa?

Por isso o trabalho é lado a lado e priorizado. Mudança sensível vai para homologação primeiro, com plano de rollback combinado antes.

Precisa ter feito o Recon com vocês?

Não. Se você já tem um laudo de outro fornecedor, a gente valida os achados e trabalha em cima deles.

O reteste tem custo separado?

Não. O reteste faz parte do Fix — sem ele não dá para afirmar que fechou, e afirmar sem prova não é o nosso trabalho.

Fechou hoje. E amanhã, quem vigia?
Conheça o Praetor Custos — o passo seguinte na jornada.

// Primeiro passo

Comece descobrindo o que está exposto.

Uma conversa inicial, sem compromisso, para entender o seu cenário e te dizer por onde faz sentido começar. Se não for a hora, a gente fala isso também.

Diagnóstico inicial Sem compromisso